Infelizmente, a desinformação ainda é bastante comum quando se trata de testes genéticos. E alguns mitos ainda são regularmente espalhados.
É verdade, sim, que algumas doenças genéticas raras são mais prevalentes em grupos étnicos específicos, como os judeus. No entanto, a origem judaica de uma pessoa não é fator determinante para ela ser portadora de genes associados a doenças raras. O risco está associado ao seu código e herança genética, e não à religião que pratica.
Somente um teste é capaz de confirmar a mutação, e o mesmo sendo realizado antes de uma gestação dá aos pais a oportunidade de planejar a construção de sua família de forma a não transmitir esta condição.